Primavera dos Museus segue com oficina de contação de histórias na Casa Lacerda

Depois de um sarau literário que reuniu música, fotografia e poesia no último domingo, a programação da Primavera dos Museus na Lapa segue com contação de histórias e rodas de leitura. Na quarta-feira o contador Carlos Daitschman vai contar e ensinar a contar histórias em quatro sessões – 09h30, 11h30, 13h30 e 16h30. O evento acontece na Casa Lacerda e é voltado para profissionais da cultura, educandos e educadores da Rede de Ensino do Município da Lapa. As vagas são limitadas – 50 participantes por oficina.

As oficinas fazem parte de um projeto que organizará três encontros como esse na cidade. A proposta é a de ampliar conceitos e possibilidades da Contação de Histórias e das Rodas de Leitura para o incentivo, sensibilização e valorização tanto do Patrimônio Imaterial quanto do Material e do Centro Histórico da Lapa.

 

Serviço:

Oficinas de CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS e RODAS DE LEITURA

Ministrante: Carlos Daitschman

Local: Casa Cel. Joaquim Lacerda

Datas:

26 de setembro (quarta-feira)

10 de Outubro (quarta-feira)

31 de Outubro (quarta-feira)

Horários: 09h30, 11h30, 13h30 e 16h30

Público a ser atendido: profissionais da cultura, educandos e educadores da Rede de Ensino do Município da Lapa

Vagas limitadas – 50 participantes por oficina

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Paranaguá recebe o Palacete Mathias Böhn totalmente restaurado

O centro de Paranaguá, cenário repleto de prédios históricos e ruas antigas, ainda revestidas de pedra como nos tempos da colônia, recuperou, em setembro de 2012, mais um de seus cartões postais: o Palacete Mathias Böhn. Localizado na Rua da Praia, o prédio foi construído no início do século XIX e faz parte do conjunto arquitetônico do Centro Histórico de Paranaguá, tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em dezembro de 2009.

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A construção original, com características da arquitetura luso-brasileira, teve sua fachada reformada no início do século XX, quando foi adquirido pelo rico empresário alemão Mathias Böhn. O comerciante conferiu ao imóvel uma ornamentação característica do ecletismo arquitetônico, configuração mantida até hoje. Seus dois pavimentos eram destinados ao uso comercial (térreo) e residencial (andar superior), distribuição característica da época. Anteriormente, o prédio já havia sido sede da Prefeitura de Paranaguá, da Câmara Municipal e da Alfândega Portuária.

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Pêssankas: uma tradição passada de geração a geração

Desde maio de 2012, mais de 200 pessoas de 12 comunidades ucranianas do Paraná e de Santa Catarina já participaram das oficinas do projeto Pêssanka: ovos escritos, expressão da cultura ucraniana no Brasil. Estas pequenas obras de arte fazem parte de um dos mais bonitos costumes trazidos pelos imigrantes ucranianos que vieram para o Brasil no final do século 19. Nos ovos, cada traço, figura ou cor pode ter um significado especial que expressa o carinho daquele que faz da pêssanka um presente cheio de boas intenções.

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Segundo o coordenador do projeto, Vilson José Kotviski, a pêssanka é uma arte que merece ser preservada. “O projeto está sendo um impulso muito grande em toda a nossa região. Creio que assim como eu tive oportunidade de aprender, tenho o dever de transmitir essa tradição maravilhosa a todos que tenham interesse e é uma alegria ver os jovens animados e surpresos em perceber a sua capacidade”, enfatiza.

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Cerco poético abre a Primavera nos Museus na Lapa

A Casa Lacerda, palco de uma das mais importantes passagens da história do Paraná, abrirá suas portas no dia 23 de setembro para o início do Cerco Poético da Lapa. O evento é uma alusão ao cerco histórico que a cidade sofreu durante a Revolução Federalista de 1894 e aos vários cercos que sofremos todos os dias de nossas vidas, como os do imaginário, por exemplo. Desta vez, as armas usadas serão a fotografia, a música e a poesia.

Os trabalhos serão abertos com a exposição fotográfica Lapa – Cerco Poético, organizada pelo Iphan e pela Portfólio Escola de Fotografia. A mostra traz os disparos de 12 fotógrafos (Adriano Bassani, Cleber Yamaguchi, Danilo Caldas, Fabiano Rocha, Heloisa Domingues, Irene da Silva, Johann Stollmeier, Kristiane Foltran, Lu Barbosa, Melanie d’Haese, Nilo Biazzetto Neto e Sergio Silvestri) que caminharam com suas câmeras em punho pelas ruas da cidade e agora revelam múltiplos olhares sobre o patrimônio cultural.

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Exposição fotográfica retrata a pesca artesanal na Ilha do Mel

A pesca artesanal da tainha na Ilha do Mel sob o olhar de quatro fotógrafos: Flávio Rogério Rocha, Gesline Braga, Ricardo Machado e Leandro Souza. Esse é o tema da exposição que vai abrir, no dia 25 de setembro, a 6° Primavera dos Museus na Ilha do Mel, em Paranaguá. Para desenvolver os trabalhos, no inverno de 2011, uma equipe de pesquisadores e documentaristas contratada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Paraná (Iphan/PR) realizou um trabalho de identificação e documentação desse ofício junto aos pescadores de tainha que acampam na Praia do Miguel, em Encantadas.

Exposição fotográfica retrata a pesca artesanal na Ilha do Mel

 

O projeto está inserido em uma ação institucional mais ampla, o Inventário Nacional de Referência Culturais (INRC) do Município de Paranaguá. A metodologia do INRC visa identificar, descrever, documentar e sistematizar em arquivos de consulta pública o chamado patrimônio imaterial da região, como celebrações, saberes, modos de fazer, ofícios, entre outros.

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Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres

Ilha do Mel/Paranaguá

Data de tombamento: 1938

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A Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres foi construída na porção norte da Ilha do Mel, na entrada da Baía de Paranaguá, entre 1767 e 1770.  Está instalada no sopé do Morro da Baleia, do qual foram retiradas as pedras para a sua edificação. É o único exemplar da arquitetura militar do século XVIII no Paraná e caracteriza-se como uma fortificação orgânica, isto é, adaptada à condição topográfica do sítio.

Erguida sob a invocação de Nossa Senhora dos Prazeres, por ser a padroeira da “Casa de Mateus” – família a que pertencia Dom Luiz Antônio de Souza Botelho, responsável pela construção da fortaleza –, abrigou até 1932 uma capela em louvor à santa.

Manteve-se inicialmente com 12 peças de artilharia e um pequeno destacamento militar. A bateria de canhões no topo do morro foi instalada posteriormente, no início do século XX, mas não chegou a ser concluída.

Desde a sua construção, alternaram-se períodos de ocupação e abandono da edificação, que foi definitivamente desativada em 1954. Esse processo deixou marcas: demolições e acréscimos, além de vestígios encontrados durante as prospecções arqueológicas, tais como fragmentos de louças, as bases da antiga capela e indícios de sepultamento humano em local contíguo, projéteis de ferro, entre outros.

Devido à ação do tempo sobre o monumento, serviços de manutenção são exigidos constantemente e as restaurações empreendidas nos últimos anos buscaram reconstituir o espaço original sem, no entanto, omitir as intervenções realizadas.

Visite a fortaleza e saiba um pouco mais da sua história, como o “Incidente Cormorant”!

Sede do Iphan/PR

A sede da Superintendência do Iphan no Paraná está localizada em Curitiba, sendo um dos mais expressivos exemplares da arquitetura paranaense de madeira, característica da imigração europeia no estado. Construída por volta de 1920, numa chácara situada no bairro do Portão, a casa foi adquirida pelo Iphan no ano de 1984, desmontada e trasladada para a Rua José de Alencar nº1808, no Bairro Juvevê, em terreno cedido pela Prefeitura Municipal de Curitiba, fato que possibilitou a sua preservação.

Superintendência do Iphan no Paraná

R. José de Alencar, 1808
Bairro Juvevê
CEP 80.040-070
Curitiba/PR
(41) 3264-7971